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Terça-feira, 22 de Novembro de 2011

Adeus... até sempre!



Sangra-me o adeus nas palavras
É com iodo e sal que as limpo
Deserta do mundo resta-me a bússola
E os desertos onde me reencontro.

Adeus... até sempre, ou até nunca
que o meu presente jamais terá futuro!

Eu que sempre fui filha de um adeus
Faço-me refém da leviana cilada
Em que o diabo me fez filha de Deus
Vóny Ferreira










1 comentários:

Francisco Coimbra disse...

Venho saud_ar-te... do futuro que dizem teus versos... não ter? Seja, sejam só ser! ;)