Sangra-me o adeus nas palavras É com iodo e sal que as limpo Deserta do mundo resta-me a bússola E os desertos onde me reencontro. Adeus... até sempre, ou até nunca que o meu presente jamais terá futuro! Eu que sempre fui filha de um adeus Faço-me refém da leviana cilada Em que o diabo me fez filha de Deus Vóny Ferreira |

1 comentários:
Venho saud_ar-te... do futuro que dizem teus versos... não ter? Seja, sejam só ser! ;)
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